quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

As crónicas de Jinx *2

Mais um sábado mais uma oferta formativa.

Após o almoço estava eu a tentar imprimir uns certificados numa impressora que se recusava a imprimir quando toca o telefone... quem seria num sábado ao início da tarde.
Juro que após as primeiras palavras que me chegaram do outro lado do telefone pensei que fosse alguém a gozar com a minha cara no género "partida à recém-chegada".

Passeava, talvez não muito alegremente, um papagaio pelas árvores e ares de Algés, em risco de morrer, quiçá nas garras e bico duma gaivota esfomeada. E agora como explicar ao senhor que não temos condições de manter um papagairo, muito menos de o apanhar (falta de material) e que, logisticamente falando, me era impossível sair da sede para ir em busca do papagaio fugitivo e depois deixá-lo viver confortavelmente por lá onde já existe uma feroz representante da espécie canina (que só acalma perante a possibilidade duma goluseima)?
Telefone para o jardim zoológico, disse-lhe eu. E tem o número, perguntou ele. Não, respondi eu. E então como faço?, perguntou ele. Veja nas páginas amarelas ou telefone para o 118, retorqui eu. Então vou telefonar para o jardim zoológico, decidiu-se ele. E click!

Quem disse que a simpatia é coisa do passado, quem foi?!?

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