domingo, 27 de dezembro de 2009

Na Mesa de Cabeceira #4

'A hora má: o veneno da madrugada' de Gabriel García Marquéz



"A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça. Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia. Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante. É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo. São os velhos boatos que
agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos. Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima."

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

sábado, 12 de dezembro de 2009

Saudade *II

Hoje revisitei-me e ri, por vezes com nostalgia...

Nipon addicted :)

«JAPAN IN LISBON»

A Void Creations e o Núcleo de Programação Cinematográfica têm o prazer de apresentar a noite nipónica «Japan in Lisbon», a acontecer no próximo sábado 12 de Dezembro no Espaço Nimas.

Numa noite que se fará totalmente em dedicação ao Japão, a Void reconstrói um pequeno monumento cultural em cinco vertentes: música, cinema, dança contemporânea, fotografia e gastronomia.

Estas cinco vertentes artísticas serão traduzidas na exibição do filme "Madadayo", a última obra do lendário realizador Akira Kurosawa, a performance do bailarino contemporâneo Hajime Fujita, um cocktail de sushi feito ao vivo, a exposição do fotógrafo Hiroyuki Kai, e, para finalizar a noite, o concerto da cantora e compositora Hana Kogure, um dos novos talentos da folk japonesa.

"Madadayo", o último filme realizado por Akira Kurosawa, conta a história verídica de um escritor e professor de Alemão – Hyakken Uchida – que se reforma logo antes da II Grande Guerra. A obra incide sobre a relação do professor com os seus alunos, que o acarinham e cuidam durante a velhice. Em cada aniversário, Uchida celebra com os seus discípulos, que, brindando à sua saúde, lhe perguntam se está pronto para morrer. Feliz, ele responde sempre «Madadayo!» (Ainda Não!).

No final do filme haverá oportunidade para desfrutar da melhor cozinha japonesa feita ao vivo. Afim de criar uma viagem para todos os cinco sentidos, será disponibilizado um cocktail de sushi, sashimi, sakê e chá num ambiente decorado com bonsais.

Logo de seguida, será apresentada a performance de Hajime Fujita, bailarino e coreógrafo japonês, que tem por mote artístico a interacção do corpo com o espaço. Fujita explora a dança de improvisação e as potencialidades físicas dos lugares onde se apresenta.

A noite será encerrada com a voz trinada de Hana Kogure, cantora e compositora de folk japonês, cuja lírica incide sobre os temas mais naturais da nossa existência – um velho amor, o luar, o cantar dos pássaros.


I'm going!!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

As crónicas de Jinx *2

Mais um sábado mais uma oferta formativa.

Após o almoço estava eu a tentar imprimir uns certificados numa impressora que se recusava a imprimir quando toca o telefone... quem seria num sábado ao início da tarde.
Juro que após as primeiras palavras que me chegaram do outro lado do telefone pensei que fosse alguém a gozar com a minha cara no género "partida à recém-chegada".

Passeava, talvez não muito alegremente, um papagaio pelas árvores e ares de Algés, em risco de morrer, quiçá nas garras e bico duma gaivota esfomeada. E agora como explicar ao senhor que não temos condições de manter um papagairo, muito menos de o apanhar (falta de material) e que, logisticamente falando, me era impossível sair da sede para ir em busca do papagaio fugitivo e depois deixá-lo viver confortavelmente por lá onde já existe uma feroz representante da espécie canina (que só acalma perante a possibilidade duma goluseima)?
Telefone para o jardim zoológico, disse-lhe eu. E tem o número, perguntou ele. Não, respondi eu. E então como faço?, perguntou ele. Veja nas páginas amarelas ou telefone para o 118, retorqui eu. Então vou telefonar para o jardim zoológico, decidiu-se ele. E click!

Quem disse que a simpatia é coisa do passado, quem foi?!?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

I'm addicted...

... and I love it!
"I was too young when I met you.
However, it parted from you.
and only a few grew up and I knew love for it.
You who met again forgot me.
However, I thought that
what is necessary was just to begin from here again.
I fall in love with you again."

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Hope there's someone



Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go
Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
There's a ghost on the horizon
When I go to bed
How can I fall asleep at night
How will I rest my head
Oh I'm scared of the middle place
Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there

There's a man on the horizon
Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head
So here's hoping I will not drown
Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the seal's watershed

Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, Will I go

Hope there's someone
Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired


Antony and the Jonhsons

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Too much love will kill you

I'm just the pieces of the man I used to be
Too many bitter tears are raining down on me
I'm far away from home
And I've been facing this alone
For much too long
I feel like no-one ever told the truth to me
About growing up and what a struggle it would be
In my tangled state of mind
I've been looking back to find
Where I went wrong
Too much love will kill you
If you can't make up your mind
Torn between the lover
And the love you leave behind
You're headed for disaster
'cos you never read the signs
Too much love will kill you
Every time
I'm just the shadow of the man I used to be
And it seems like there's no way out of this for me
I used to bring you sunshine
Now all I ever do is bring you down
How would it be if you were standing in my shoes
Can't you see that it's impossible to choose
No there's no making sense of it
Every way I go I'm bound to lose
Too much love will kill you
Just as sure as none at all
It'll drain the power that's in you
Make you plead and scream and crawl
And the pain will make you crazy
You're the victim of your crime
Too much love will kill you
Every time

Too much love will kill you
It'll make your life a lie
Yes, too much love will kill you
And you won't understand why
You'd give your life, you'd sell your soul
But here it comes again
Too much love will kill you
In the end...
In the end.


By Queen